Todas as histórias que eu contei a mim mesma, agarrada no mofo, e inchando, inchando, dizendo, consegui finalmente, minha lenda. Que mudou para eu me excitar desse jeito? Não, a resposta é não, eu não vou nascer, nem conseqüentemente, morrer jamais, prefiro assim. E se eu falo de mim, e depois do outro que é meu pequeno eu, e que eu comerei como comi todos os outros, é como sempre, por necessidade de amor, merda, por essa eu não esperava, necessidade de um homúnculo, não posso parar.
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