A vida não é apagável. Nem volta atrás. Ainda não invetaram a máquina do tempo. Ninguém virá em meu socorro. Faz tanto tempo que invento meus próprios dias. Preciso começar a por algum ponto, sabe?! Mente e corpo continuam exaustos apesar da tranqülidade estranha que tenho sentido ultimamente. Não tenho mais nada a perder. Não sabia que o mundo era assim: duro e sujo. Agora sei. Tenho apenas essa consciência. Sobrevivo todos os dias à morte de mim mesma. Sinto como uma virilidade correndo no sangue. É facil morrer. A toda hora, em todos os lugares, a morte está se oferecendo. Mais difícil mesmo é continuar vivendo. Eu conitnuo. Não sei se gosto, mas tenho uma curiosidade imensa pelo que vai me acontecer, pelas pessoas que vou conhecer, por tudo que vou dizer e fazer e ainda não sei o que será.
Desistir não é nobre.
Fico repetindo em voz altas essas coisas inutéis, óbvias e lamentativas.
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